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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Money Money



Olá amigos,  aproveito um momento enfadonho no trabalho para trocar uma idéia.

Na empresa, momento meio tenso na espectativa de uma fusão. Não dependo exclusivamente do meu salário, mas preciso me reinventar. 

A carteira estabilizou em termos de ativos, com novos aportes em TD 2035, ITSA3, FIIB, ABCP11, HGBS11, KNRI11, HGLG11, HGRE11. Aproveitando a corretagem zero da rico pra FIIs e taxa zero no TD no BB. Como se diz, realmente chato  como ver a grama crescer, e assim deve ser (pra quem não é trader).  Perdi o bonde na MDIA3, talvez entre assim mesmo. 
Não sei o que pensar sobre a bolsa brasileira: um novo ciclo de alta com Bozonaro/ Guedão? Ou abalo nos mercados emergentes com as quedas nas bolsas americanas ? Veremos. 
De qqer forma,  preciso dolarizar alguns cobres.

Dieta é um vai e volta sem fim, exercícios também, leves corridas na rua , pouco resultado, pouca motivação, eterno adiamento da academia, que realmente detesto.

Tenho sofrido com ansiedade e queda de cabelo. Bora tocar pra frente.


"A maioria das pessoas está ligada a um tempo anterior, mas você deve estar vivo em nosso próprio tempo." Marshall Mcluhan


sábado, 20 de outubro de 2018

Visão de longo prazo

Postado pelo "dica de hoje" no telegram. Achei sensacional:

ALASKA BLACK: 
Henrique Bredda:

1. Não confunda aplicação financeira com investimento. É comparar rapadura com Excel. Não tem absolutamente nada a ver. São entidades totalmente diferentes. Não trate investimento da mesma forma que vc trata aplicação financeira. Esse erro é muito comum.

2. Aplicação financeira é um CDB, poupança, fundo de RF, etc. São aplicações p/ vc rodar o seu caixa, liquidez imediata ou muito rápida. Não possui valor intrínseco diferente do preço. Vale o q vc vê. Dado o montante aplicado hj, vc tem quase certeza do montante q terá amanhã.

3. Investimentos é alocação DE CAPITAL em imóveis p/ renda, fazendas, cias de capital aberto ou fechado, um empreendimento hoteleiro, uma startup, fundos de investimento em ações, etc. O preço pode diferir substancialmente do valor ao longo do tempo. A liquidez pode ser restrita.

4. Outra diferença fundamental é a imprevisibilidade de CP. Dado o montante investido hj, vc ñ tem ideia de qto isso será amanhã. As variações DE PREÇO são imprevisíveis no curto prazo nos investimentos. Nas aplicações, o preço (e valor) de sua aplicação amanhã é fácil de prever.

5. Portanto, faz todo sentido vc checkar e avaliar a aplicação financeira no mês e no ano para ver como o seu CAIXA está rodando. Preço E valor estão logo ali na sua frente. Não há nada escondido.

6. Já numa alocação DE CAPITAL numa fazenda, num imóvel, numa startup, num complexo hoteleiro, faz algum sentido checkar o preço todo dia, todo mês todo ano? E o preço é o q alguém está querendo pagar pelo ativo ou fatia dele. E muitas vezes ñ tem nada a ver c/ o valor.

7. Tanto qto numa fazenda, imóvel, startup ou complexo hoteleiro, checkar o preço de suas ações, ou cota de fundo de ações, TODO dia, mês ou ano ñ faz sentido. No curto prazo o q vc vê é preço, enquanto o valor só vai se evidenciando no longo prazo.

8. Exemplificando. Imagine q vc comprou um apartamento, q vc usa p/ morar, e ele seja o seu maior patrimônio. Vamos supor q vc seja tão  neurótico a ponto de querer saber o "valor" diário do seu ap. Vc quer ter a cota diária do seu patrimônio.

9. Então vc pede um favor pro seu amigo corretor de imóveis, anuncia seu ap p/ receber ofertas e aí marcar sua cota diária do seu patrimônio. Todos os dias, às 17hs no horário de fechamento da bolsa, vc recebe uma ligação do amigo corretor te passando a última oferta por seu ap.

10. Vc anota todo dia esse preço das 17hs ofertados pelo seu ap e desenha a cota do seu patrimônio no Excel. Vc comprou o seu ap por 1 milhão, q é sua "cota inicial" é vai anotando as ofertas diárias. No 1o dia, por ex, Bolsonaro sobe nas pesquisas e ofertam 1,1mm pelo ap.

11. Vc fala: "porrada, ganhei 10% num dia!". No dia seguinte sai um Datafolha com Andrade empatado e seu ap recebe uma oferta de 950 mil. Vc fala: "Pqp, perdi 13,6%!". Depois vem o 1o turno e seu ap volta para 1,15mm. É assim segue esse seu drama diário...

12. No 1o ano de listagem, seu ap de 1mm recebeu ofertas de 800 mil a 1,3mm. No 2o ano, as ofertas continuam variando ao sabor da Globonews... variando de 950 mil a 1,4mm. E assim se segue. No 8o ano de listagem, o ap recebe ofertas de 2,8mm a 4mm. Percebeu o q acontece?

13. Cada oferta recebida era apenas um preço q depende da vontade dos outros naquele específico momento. Nada a ver c/ valor. Mas, AO LONGO DOS ANOS, o valor vai aparecendo, vai ficando evidente. No 8o ano, as ofertas estão variando entre 2,8mm e 4mm. Muito acima da cota inicial.

14. Não é preciso o VALOR, mas é evidente que ele foi subindo ao longo dos anos, embora sempre com ofertas de preços muito voláteis e q tendem a gravitas AO REDOR do valor. Isso funciona para o ap, para uma fazenda, empresa de capital fechado, complexo hoteleiro. E pra FIAs.

15. Se o seu investimento numa fazenda, imóvel, empresa de capital aberto ou fechado, ou num FIA, estiver te dando emoções diárias ou semanais nas variações de preço, vc está investindo errado. Ou vc alocou capital além do q vc é capaz, ou ñ entendeu o investimento q vc fez.

16. Como os velhinhos investidores já disseram, se o seu investimento em ações está mais emocionante que ver grama crescer, se está mais emocionante q ver pintura num quadro secar, vc não entendeu do que se trata o investimento.

17. Nunca se esqueça q capital alocado num FIA ñ é aplicação financeira do seu caixa. Ñ é p/ ser emocionante. Dia, mês ou ano são tempos irrelevantes p/ um investimento. Lamentar ou comemorar um mês ou ano, "ruim" ou "bom" p/ suas ações ou seu FIA, é ser torcedor, e ñ investidor.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

"Gamificação dos investimentos"




O desenho dos métodos de investimentos demostra  uma espécie de gamificação na forma de apresentar suas plataformas. Não gosto muito de estrangeirismos, mas seria esse o termo . É uma forma de estimular o giro e competição que só prejudica o investidor de longo prazo. A As luzinhas do homebroker piscando como máquinas caça níqueis de um cassino seduzem os olhos da maioria incauta. Basta ver a frequência com que as pessoas usam o termo "jogar na bolsa". Investir pode ser chato como assistir a grama crescer, mas ela cresce, basta ter o hábito de colocar água, cuidar e proteger. E assim deve ser investir focando em tempo, aporte  e valor. Pra quem tem uma boa renda, manter a disciplina de poupança e investimento sem muito risco pode ser um caminho tranquilo para a independência financeira futura. Para quem ainda precisa lutar pra melhorar a renda, cabe investir em educação e aprender um ofício antes de pensar em aportar. 

Ter uma boa reserva traz mais segurança em muitas decisões e suaviza várias situações da vida cotidiana. O patamar de paz é outro muito melhor. Imprevistos acontecem, mas a nossa parte precisa ser feita . Ter grana para pagar o plano de saúde, boa educação para os filhos, morar bem, até mesmo não se preocupar com pequenas batidas de trânsito, mostram sua importância no dia a dia e no futuro.

"A única grande vantagem que um investidor pode ter é uma orientação de longo prazo" Seth Klarman



terça-feira, 24 de julho de 2018

MFII - como pulei fora antes do barco afundar, 50.000 visitas!

VDC

   Triste notícia sobre o VDC, blogueiro tão parceiro que, com sua simplicidade, compartilhou conosco sua evolução nas finanças e na vida.  Meus sentimentos à família. 


MFII

     O acontecido com o MFII vem nos lembrar dos riscos do mercado financeiro. É sempre propagada a necessidade de diversificação e da análise dos fundamentos antes de entrar em  cada investimento. Entretanto, a rentabilidade pura e simples muitas vezes nos seduz e pode nos fazer quebrar a cara.

    Confesso que o yield do MFII me atraiu num primeiro momento.  Minha sorte foi aprofundar o estudo do fundo  e acompanhar o que os especialistas avisavam a respeito da falta de transparência na origem dos rendimentos. Depois de ouvir André Bacci, Rodrigo Costa Medeiros, Baroni, e finalmente o NOD alertarem sobre os perigos do fundo, resolvi vender minhas cotas em maio. Houve uma  live do Baroni  com o gestor do fundo, quando ficou claro que o gordo rendimento vinha em boa parte  de taxas de ingresso. O gestor então afirmou, na live,  que não tinha previsão para nova emissão, e que havia resultados de outros projetos do fundo para distribuir se não fossem as taxas de ingresso. Pouco tempo depois foi anunciada a quinta emissão de cotas com taxas de ingresso de até 30%! Ou seja, sim, o fundo precisava das taxas de ingresso para manter o patamar de rendimentos. Ficou claro pra mim. Tive receio que depois do anúncio da emissão as cotas desabassem. Não aconteceu. Ainda consegui vender as cotas a R$ 125. 

     Descrevi a saída de MFII no post de  28.05.2018: http://financasepensamentos.blogspot.com/2018/05/amigos-acredito-que-e-sinal-de.html

"É claro que os investimentos devem ser acompanhados, mas apenas vendidos se perdem sua confiança. Como exemplo, nessa queda dos FIIs, a única venda que fiz foi MFII a R$ 125, pois não gostei do anúncio da 5ª emissão muito próxima da anterior. Parece bom o negócio do fundo, mas exige muito otimismo na valorização imobiliária nos próximos anos. Além do mais, se micar a próxima emissão, a situação do MFII pode se complicar, pois a cotação a mercado está inferior ao valor ofertado na emissão, e o fundo conta com as taxas de ingresso para manter seu alto rendimento."

      Ufa! Fica a lição. 

     Nessas horas relembramos a importância dos investimentos mais conservadores como os imóveis físicos para equilibrar a carteira. O rendimento é menor mas o tijolo está ali à vista. 


50.000 visitas

    O blog completou 50.000 views! Este humilde blog é apenas um diário para desenvolvimento financeiro e pessoal. O que me satisfaz é expor e discutir assuntos sobre investimentos que não encontram eco na maioria das pessoas ao redor. O ambiente virtual proporciona um alcance maior e atinge pessoas com o mesmo interesse, além de ajudar bastante no caminho para a independência financeira. Abraço.

“Feito é melhor que perfeito”.



segunda-feira, 16 de julho de 2018

A luta continua: FIIs, ITSA3, LCA BB






Olá amiguinhos, a quantas anda esse coração investidor nesse mercado de baixa?
O negócio é não vender, segurar a mão de alface.
Da minha parte continuo aportando. De FIIs comprei ABCP11, BBRC11, KNRI11, HGLG11, HGBS11e VISC11  a preços mais atrativos e com yield cada vez mais interessante. Os proventos  recebidos todo mês são uma delícia. Vou ver se consigo fazer o próximo curso do NOD e do Fábio da Bastter. Alguém já fez?


  



VRTA11 comprei mas acabei vendendo depois que vi que tinha um default em um CRI relevante. Apurei um pequeno lucro. 

Comprei também mais ITSA3. O site de relação com investidores é ótimo e tem até uma demonstração da atratividade do preço da ação no item "desconto ITSA", ver  http://www.itausa.com.br/pt/itausa-no-mercado-de-acoes/desconto-itausa. Atualmente teria um desconto de aproximadamente 23% em relação à cotação média das participações da holding em suas empresas (principalmente ITAU, o resto é bofeira). O DY também está legal.
No radar das ações para comprar estão RADL3 e MDIA3. A questão é comprar agora ou esperar o faniquito eleitoral. Vamos ver. 






Com uma graninha extra do 13º refiz uma parte da reserva básica pessoal na LCA do BB, 83% do CDI.

No quesito saúde tive uma dor de garganta chata que me obrigou até a tomar injeção e antibióticos. O projeto academia/verão 2019 ficou postergado, mas  não saiu dos planos. Ainda chego lá.  Taca-lhe pau!












segunda-feira, 28 de maio de 2018

Home broker bleeding



  
Amigos, acredito que é sinal de maturidade manter as postagens mesmo em épocas de quedas. Na verdade,  vejo-me feliz por ver minha própria evolução no campo dos investimentos. Conhecendo meu perfil conservador, montei um belo colchão de segurança com imóveis e renda fixa. Devo ter  apenas 12% de patrimônio em renda variável. Mesmo assim, é doloroso ver o homebroker sangrando, com tudo vermelho.







   Acontece que, em épocas passadas - tive uma breve incursão anterior em ações- vendia desesperadamente. Confundia day trade com posição, comprava topo e vendia no fundo.
Após adotar a sistemática do buy and hold as coisas mudaram muito. De uns quatro anos pra cá compro títulos longos do tesouro direto sem me importar com a variação do preço, avalio o valor de FIIs e ações também sem muita preocupação o preço, e diversifico a carteira, tudo com foco no longo prazo.

   É claro que os investimentos devem ser acompanhados, mas apenas vendidos se perdem sua confiança. Como exemplo, nessa queda dos FIIs, a única venda que fiz foi MFII a R$ 125, pois não gostei do anúncio da 5ª emissão muito próxima da anterior. Parece bom o negócio do fundo, mas exige muito otimismo na valorização imobiliária nos próximos anos. Além do mais, se micar a próxima emissão, a situação do MFII pode se complicar, pois a cotação a mercado está inferior ao valor ofertado na emissão, e o fundo conta com as taxas de ingresso para manter seu alto rendimento.

   Aliás, focar no rendimento também é algo também muito perigoso. Basta ver o que aconteceu recentemente com a cotação do FII FIIGS, que tem alta renda mínima garantida mas, com a aproximação de seu fim, enfrenta uma desvalorização de cerca de 30%. Em resposta ao colega grafista fiel, no post de 09.01.2018, demonstrei minha preocupação:



   Tenho mantido meus aportes nos mesmos FIIs da carteira, além de ter entrado em HGBS e VRTA.

  Também reestreei nas ações com ITSA3.


"O mercado de ações é um dispositivo para transferir dinheiro dos impacientes para os pacientes." Warren Buffett


   Abraço e até a próxima.




quinta-feira, 19 de abril de 2018

10 diferenças entre os milionários e a classe média - Finanças & livros






Livro curto e de leitura rápida, As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média, de Keith Cameron. Na linha de Os segredos da mente milionária, de Harv Eker,  traz importantes lições para o enriquecimento e vida em geral. Lista das idéias:




1. Os milionários pensam a longo prazo. A classe média pensa a curto prazo.

2. Os milionários falam sobre ideias. A classe média fala sobre coisas e outras pessoas.

3. Os milionários aceitam as mudanças de bom grado. A classe média se sente ameaçada pelas mudanças.

4. Os milionários assumem riscos calculados. A classe média tem medo de se arriscar.

5. Os milionários aprendem e crescem sem parar. A classe média pensa que o aprendizado termina quando acaba a educação formal.

6. Os milionários trabalham visando ao lucro. A classe média trabalha visando ao salário.

7. Os milionários acreditam que precisam ser generosos. A classe média acredita que não tem condições de dar nada.

10. Os milionários têm múltiplas fontes de rendas. A classe média tem apenas uma ou duas fontes de renda.

9. Os milionários se concentram em aumentar seu patrimônio liquido. A classe média se concentra em conseguir aumento de salário.

10. Os milionários fazem a si mesmos perguntas que os fortalecem. A classe média faz a si mesma perguntas que a enfraquecem.




Abraço, bons investimentos!