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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Resultado do trade Bradesco



Bem, resolvi logo vender as ações do Bradesco que havia comprado na segunda-feira. Até que não foi ruim. Valorização de 1,53% em quatro dias. Chegou até a valorizar quase 3% mas fiquei esperando melhorar mais e não aconteceu. Enfim, hoje resolvi fazer um lucro e jogar de volta na LCA.
Não é grande coisa mas consegui o rendimento de renda fixa de um mês e meio em apenas quatro dias. 
Entretanto não recomendo fazer esses trades quem for muito iniciante no mercado. Venho operando ações do Bradesco desde 2012 e tenho uma certa noção de preço. O melhor em ações é ir comprando aos poucos, receber dividendos, reaplicá-los nas ações e, ao longo de muito tempo ir acumulando patrimônio. 

Ocorre que, com a SELIC chegando em 14%, não sei se vale a pena ficar correndo tanto risco com ações nesse momento. O melhor mesmo é juntar o maior montante possível e surfar na renda fixa enquanto temos juros tão altos.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Trade Bradesco

Até agora vai indo bem a ideia de trade com ações do Bradesco. Comprei a R$ 26,06. Hoje já valorizou 3%. Quando der 10% vou realizar lucro e sair. Esperemos.

Consumimos tudo



Estou lendo o excelente livro Dinheiro e Vida, de Joe Dominguez e Vicki Robin (Título original Your Money or Your Life, Ed. Cultrix).
O livro aborda muitos aspectos importantes de nossa relação com o dinheiro, mas um assunto em especial chamou-me a atenção: como o consumo adentra em todas as áreas de nossas vidas. Ou, como dito no livro, "nós não mais vivemos a vida, nós a consumimos".

"Projetamos no dinheiro a capacidade de realizar as nossas fantasias, tranquilizar os nossos receios, aliviar a nossa dor e enviar-nos às alturas (...)compramos tudo, desde a esperança até a felicidade. Não vivemos mais a vida, nós a consumimos."

Assim, se sentimos ansiedade, compramos um ansiolítico ou um livro de auto-ajuda. Se os filhos estão carentes, compramo-lhes um brinquedo caro. Se a esposa é que precisa de atenção, liberamos o cartão de crédito para as compras dela no shopping. Se queremos descansar, compramos uma viagem para Dubai. Se estamos entediados, compramos um carro novo.

Aprendemos a buscar soluções externas para sinais da mente, do coração ou da alma de que algo está em desequilíbrio. Tentamos satisfazer necessidades essencialmente psicológicas, sociais  e espirituais por meio do consumo no nível físico.

Embora possamos saibamos que sabemos que o dinheiro não  compra felicidade e que as melhores coisas da vida são gratuitas, a sinceridade exige que façamos um exame mais profundo. O nosso comportamento conta uma história diferente.

Abaixo, os autores nos apresentam a curva da satisfação. E a palavra mágica é "suficiência". Satisfeitas as necessidades humanas básicas de sobrevivência, conforto, e até alguns artigos de luxo, chega-se a um limite em que o dinheiro não trará qualquer satisfação que não seja fugaz, sem consistência e perdulária.



Bem, como a ideia é não deixar os posts muito longos, continuo depois. Recomendo a leitura. Abraço!

Ps: como agora tem mais gente lendo o blog além de mim mesmo (Rs), estou reeditando alguns posts.


terça-feira, 9 de junho de 2015

Volta ao mercado

Sim. resolvi voltar ao mercado de ações. Achei um preço muito bom R$26,06 por Bradesco ordinária (BBDC3- sócio é ON!), então comprei hoje. Tenho achado que há várias ações depreciadas na bolsa. Estou tomando como capital alocado a risco apesar de ser uma empresa sólida, com lucros consistentes.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

LCA BB agora só com carência de 90 dias

É, acabou a liquidez diária da LCA do BB. Agora tem carência de 90 dias. Mas acho que continua sendo um bom investimento. 90 dias não é tanto tempo assim, ainda mais para quem já tiver uma reserva financeira com liquidez imediata.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Finanças comportamentais


Já sei, já sei que tem um monte de outros blogs de finanças por aí, que ninguém vai ler este aqui, blá blá blá, mas eu não estou nem aí. Acho importante utilizar o blog como um diário tanto financeiro como de crescimento pessoal.

Estava pensando como o investidor brasileiro é conservador com seus investimentos. O cara aceita receber míseros 0,5 por cento ao mês para não correr risco. Mas esse conservadorismo não se aplica quando o brasilis vai tomar qualquer empréstimo. Ele não tem o menor pudor em meter a cara no cheque especial ou cartão de crédito e pagar 12% ao mês de juros, ou então entrar em um financiamento imobiliário de 30 anos (!) sem qualquer planejamento, pagando o triplo do valor do imóvel no final. 

Isso deve ter alguma explicação nas finanças comportamentais, não sei, mas é de impressionar.

sexta-feira, 24 de abril de 2015