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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Home broker bleeding



  
Amigos, acredito que é sinal de maturidade manter as postagens mesmo em épocas de quedas. Na verdade,  vejo-me feliz por ver minha própria evolução no campo dos investimentos. Conhecendo meu perfil conservador, montei um belo colchão de segurança com imóveis e renda fixa. Devo ter  apenas 12% de patrimônio em renda variável. Mesmo assim, é doloroso ver o homebroker sangrando, com tudo vermelho.







   Acontece que, em épocas passadas - tive uma breve incursão anterior em ações- vendia desesperadamente. Confundia day trade com posição, comprava no topo e vendia no fundo.
Após adotar a sistemática do buy and hold, as coisas mudaram muito. De uns quatro anos pra cá compro títulos longos do tesouro direto sem me importar com a variação do preço, avalio o valor de FIIs e ações também sem muita preocupação o preço, e diversifico a carteira, tudo com foco no longo prazo.

   É claro que os investimentos devem ser acompanhados, mas apenas vendidos se perdem sua confiança. Como exemplo, nessa queda dos FIIs, a única venda que fiz foi MFII a R$ 125, pois não gostei do anúncio da 5ª emissão muito próxima da anterior. Parece bom o negócio do fundo, mas exige muito otimismo na valorização imobiliária nos próximos anos. Além do mais, se micar a próxima emissão, a situação do MFII pode se complicar, pois a cotação a mercado está inferior ao valor ofertado na emissão, e o fundo conta com as taxas de ingresso para manter seu alto rendimento.

   Aliás, focar no rendimento também é algo também muito perigoso. Basta ver o que aconteceu recentemente com a cotação do FII FIIGS, que tem alta renda mínima garantida mas, com a aproximação de seu fim, enfrenta uma desvalorização de cerca de 30%. Em resposta ao colega grafista fiel, no post de 09.01.2018, demonstrei minha preocupação:



   Tenho mantido meus aportes nos mesmos FIIs da carteira, além de ter entrado em HGBS e VRTA.

  Também reestreei nas ações com ITSA3.


"O mercado de ações é um dispositivo para transferir dinheiro dos impacientes para os pacientes." Warren Buffett


   Abraço e até a próxima.




quinta-feira, 19 de abril de 2018

10 diferenças entre os milionários e a classe média - Finanças & livros






Livro curto e de leitura rápida, As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média, de Keith Cameron. Na linha de Os segredos da mente milionária, de Harv Eker,  traz importantes lições para o enriquecimento e vida em geral. Lista das idéias:




1. Os milionários pensam a longo prazo. A classe média pensa a curto prazo.

2. Os milionários falam sobre ideias. A classe média fala sobre coisas e outras pessoas.

3. Os milionários aceitam as mudanças de bom grado. A classe média se sente ameaçada pelas mudanças.

4. Os milionários assumem riscos calculados. A classe média tem medo de se arriscar.

5. Os milionários aprendem e crescem sem parar. A classe média pensa que o aprendizado termina quando acaba a educação formal.

6. Os milionários trabalham visando ao lucro. A classe média trabalha visando ao salário.

7. Os milionários acreditam que precisam ser generosos. A classe média acredita que não tem condições de dar nada.

10. Os milionários têm múltiplas fontes de rendas. A classe média tem apenas uma ou duas fontes de renda.

9. Os milionários se concentram em aumentar seu patrimônio liquido. A classe média se concentra em conseguir aumento de salário.

10. Os milionários fazem a si mesmos perguntas que os fortalecem. A classe média faz a si mesma perguntas que a enfraquecem.




Abraço, bons investimentos!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

HOME OFFICE

Olá felas...Deixa eu escrever aqui pros meus 3 ou 4 leitores.


Home Office




Nos últimos tempos venho trabalhando em regime  de home office, pois achei que seria uma boa. Acontece que o marasmo toma conta da gente. Essa coisa de ficar sozinho e não ver ninguém vai dando uma grande desmotivação. Engordei uns 2  quilos, pois a cozinha está logo ali com petiscos te chamando.









O seu ambiente de casa, no sentido de lar e relaxamento, acaba se tornando um lugar de stress e cabeça cheia de questões de trabalho a resolver. Além disso, não venho conseguindo manter autodisciplina para cumprir as metas mensais de produtividade. Assim, Devo voltar a trabalhar no escritório. Não é longe de casa, talvez gaste um pouco mais com estacionamento, mas vale a pena. Tenho um perfil mais tímido e fechado, e trabalhar em casa piora isso.









FIIs

Não selecionei FIIs novos. Mantive a carteira, mas aportando mais em KNIP, FIIB, JSRE, ABCP. Acredito que uma carteira com muitos ativos dê muito trabalho pra acompanhar. Também não quero entrar em nada que me desagrade, como fundos administrados pela BTG. Se tivesse mais tempo até acompanharia mais de perto. Esses dias HGLG chegou a R$ 1560 e ja se tinha quase certeza que cairia depois de liberarem as novas cotas subscritas para negociação. Agora está R$1390. Podia ter vendido e recompra do mais barato, mas estava no meio de uma reunião. De qualquer forma, se  não fosse o meu trabalho, não teria nenhum merréis para aportar. Então, melhor concentrar no trabalho principal até atingir a liberdade financeira.

Dos outros ativos não falo muito pois são mais passivos, NTN-B, LFT, LCA.








Bois

O meninos vão bem, crescendo. Gostei do ramo, além estar relaxando às vezes no campo.

Hasta la lista





sexta-feira, 9 de março de 2018

Abrindo o jogo nos FIIs




Rendimentos de FIIs caindo


Bem amigos da finansfera, vamos à atualização da carteira de FIIs.

Entraram no jogo FIIB e JSRE. Novos aportes feitos em HGLG, KNRI, BBRC, ABCP, GGRC e MFII. Talvez mantenha o time e só reinvista. Acompanhar ativos demais dá trabalho. Vamos vendo.
Mês passado deu um DY de 0,71%.
A corretagem zero da rico acabou facilitando a diversificação.
A maioria dos FIIs tem tido valorização desde o início da carteira e os rendimentos são muito bons. Mas tenho consciência de que é renda variável. A maior parte da carteira está em renda fixa, o que ajuda a segurar o jogo em  durante as variações.





Acho FII cada vez melhores quando vejo problemas com imóveis físicos. Fiquei sabendo que meu inquilino e o vizinho saíram nos sopapos por causa de barulho no meu ap... soda. Se tivesse em FII  esse recurso, tava caindo grana limpinha na minha conta, mais abundante, e sem encheções de saco.




Destaque para a live disponível no canal da SUNO no youtube com os grandes comentaristas Artur Vieira de Moraes e Marcos Baroni




Abaixo os 11 titulares. Abraço e até a próxima.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Velha LCA BB, Novos FIIs, Rico corretagem zero






Olá pessoal,

LCA BB

Para os mais conservadores: o Banco do Brasil voltou a pagar 83% do CDI (antes era uns 70%)  em sua LCA, com aporte mínimo de R$ 10 mil (era R$ 30 mil). Destaque para a liquidez diária após a carência de 90 dias. Outro ponto forte é a isenção de imposto de renda. Sei que não é o melhor investimento, mas tenho certeza que 95% dos investidores brasileiros não saem da zona de conforto dos bancões seja por medo ou por não se aprofundar nos investimentos. É um rendimento igual ou melhor que Tesouro Selic dependendo do prazo. Fica a dica pelo menos pra sair da poupança que está uma lástima.


Rico - corretagem zero para FII

Essa novidade achei ótima. A custódia já estava zerada. Agora  a corretagem também é zero para FII. Excelente para quem aporta todo mês. Mão na roda para reinvestir os aluguéis recebidos sem ser comido pela corretagem. Bola dentro pra Rico, que tem uma plataforma moderna e ágil. 







Novidades na carteira de FII

Entrei em MFII e GGRC  conforme vinha cogitando em post anteriores,e reforcei compra em KNIP. Com esses três espero aumentar o yield da carteira. Os proventos estão entrando bem, viu?!  O rendimento é muito superior a alugar imóvel físico. Mas penso que manter a diversificação é mais importante, não venderia imóvel para comprar FII, apesar de achar um excelente ativo. Nova carteira:




Falows




sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Finanças & Gado





Olá amigos,

No último post comentei sobre um investimento na criação de animais.
Então lá vai. Efetuei a compra de bezerros para recria. Um amigo próximo tem uma pequena propriedade rural que comporta a criação de algumas dezenas de cabeças de gado e pediu se eu poderia colocar animais por lá, pois o pasto estava muito alto e ele não queria alugar para desconhecidos.

Nunca tinha investido no ramo, mas estudando as cotações acabei achando interessante. O bezerro é comprado com  8 meses de idade. Eles são vendidos em lotes de cerca de trinta animais. A escolha do gado não é tão fácil, mas esse amigo me ajudou com sua experiência no campo. Há vários aspectos a se observar para ver o potencial de engorda de cada cabeça (vivendo e aprendendo: eu criado em apartamento até esses dias não sabia nem diferenciar boi e vaca, rs).  Após dez meses, eles são vendidos como garrotes (18 meses) por um preço 20% maior. Esse preço oscila dia a dia, de acordo com a cotação dos animais em cada estado da federação, mas a diferença entre o bezerro e o garrote costuma ser nessa porcentagem. Veja aqui a cotação

Os custos são baixos, pois um só vaqueiro pode cuidar de até 900 cabeças na criação extensiva, em que o gado fica solto no pasto. Gasta-se com sal mineral e algumas vacinas que também tem o custo muito pequeno. O pasto saiu na faixa. Calculo que a rentabilidade líquida deve dar cerca de 17% em dez meses. Bom não é? Mas não nos esqueçamos dos riscos...

O animal pode morrer de alguma doença, pode ser furtado, a cotação pode cair de repente... Mas acho vale o risco. 

Sou novato no ramo, então se alguém acrescentar informações nos comentários serão de grande ajuda. 

O investimento não foi muito alto, então resolvi diversificar.

Vai demorar mas vou postar o resultado.

Bem, então é isso, vamos ver como me saio nesse novo empreendimento.

Abraço,

Finanças & Gado

"É o olho do dono que engorda o boi"




sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Vamos de ABC Plaza

"Todos os cursos de ação são arriscados, portanto a prudência não está em evitar o perigo (é impossível), mas calcular o risco e agir com firmeza" - Maquivel


Olá amigos,

Este mês dando continuidade à montagem da carteira de Fundos de Investimento Imobiliário foi feita nova compra, desta vez a alocação foi em ABC Plaza - ABCP11. Parecem boas as perspectivas e crescimento do shopping além da ótima localização.

Agora no radar estão GGRC11e MFII11.

GGRC11 é fundo de logística com gestora nova. Tem adquirido boas propriedades em diversos estados do país.

MFII11  é um fundo misto, mas focado em desenvolvimento de empreendimentos imobiliários. O negócio é que acabaram de fazer uma emissão de cota no valor de R$ 110,00 e a cota 
está custando R$ 147. Devia ter entrado na emissão, mas ainda estava estudando o fundo. Se  cair o preço vou comprar. Assisti ao programa do infomoneyTV no youtube com o gestor do fundo e pareceu bastante competente.

Fiz a degustação da assinatura da SUNO. Gostei dos relatórios. Discordo de vários mas vale muito a visão e análise mais profunda que fazem dos ativos. Na hora do reembolso foi tranquilo. Bastou mandar um e-mail que estornaram o valor pago no cartão de crédito.

Nova carteira de FIIs:








Estou mexendo também com criação de animais, coisa pequena mas interessante. Detalharei no futuro. 




Saúde e afins

Exercícios em marcha lenta mas pelo menos ativos, peso não mudou ainda. Tenho que largar de comer doces! Pelo menos um pouco.


Inté,

"Só segredos insignificantes precisam de proteção. As grandes descobertas são protegidas pela incredulidade pública" Marshall Mcluhan